Era uma vez um blog

Isso é Natal

Publicado em Sem categoria por latrova em 24 24America/Sao_Paulo dezembro 24America/Sao_Paulo 2011

Não estou acostumada com férias. Sem o que fazer, procurando coisas para arrumar, buscando pensamentos esquecidos e vontades amansadas. Me questionando qual o motivo de eu não ter escrito mais, lido coisas mais profundas do que o facebook alheio.

Agora no meu primeiro dia de descanso propriamente dito, quero tudo: ir para à praia, começar um bom livro, beber todas, conhecer novo lugares da ilha, fazer o que devo e principalmente não devo.

É hora de parar antes e olhar para os dois lados antes de continuar o caminho.

Isso é um lamento

Publicado em Sem categoria por latrova em 19 19America/Sao_Paulo outubro 19America/Sao_Paulo 2011

E a tristeza inerente às decisões tomadas. No fim, ao escolher algo, perdemos alguma coisa. Ao ir para a direita, fechamos o caminho da esquerda. Ao buscar a independência, abandonamos o prazer de dividir.
Por que penso mais nas perdas do que nos ganhos?

#Isso pode ser chamado viver?

Publicado em Sem categoria por latrova em 14 14America/Sao_Paulo agosto 14America/Sao_Paulo 2011

Viver nada mais é do que tentar não morrer ao final do dia. Viver é manter a casa e a roupa limpa, comer nos intervalos das horas. Viver é não ter o conhecimento da nossa origem, do início de tudo e pior, não ter a certeza sobre o fim.

Controlar e contabilizar os dias: segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo. Acordar, levantar da cama se aprontar e sair para a rotina.

Gargalhar um vídeo da internet, é se perder na história de um bom livro, viajar ao som de uma canção, é entrar na onda da voz e da melodia.

Ver familiares, amigos, conhecidos, conversar, dividir queixas, alegrias, nossos cotidianos medíocres, nossas vaidades dissimuladas.

Viver, ora, nada mais é que se esforçar para respirar e manter a cabeça e o coração funcionando. Inspirar, expirar. Sentir os batimentos, o estralar dos ossos. Atender as necessidades do corpo.

Conjecturar sobre as pessoas, fazer comparações, permitir insinuações. É esperar pelo amigo chamar por um café, por um like no Face.

Acreditar que ano que vem vai ser melhor, que o salário vai aumentar e que novamente vai aparecer um alguém bacana, possível de ter intimidades, enfim, que algo marcante e significativo aconteça. Viver é ser vítima das suas próprias expectativas e dúvidas.

Viver é nada demais. Mas tem vezes que eu acho muito pouco, tem outras que eu acho demais.

Falta

Publicado em Sem categoria por latrova em 28 28America/Sao_Paulo julho 28America/Sao_Paulo 2011

Ando de ônibus, tenho tempo para pensar durante 30 minutos sobre várias situações. Imagino diálogos impossíveis, encontros inesperados e planos que possivelmente jamais sairão do meu pensamento. Estes dias pensei sobre a falta. O ter e o depois não ter. O doce tirado da criança. Descobri que vivo com a síndrome da falta.

A falta da Sophia, diariamente, da sua vozinha doce e do seu sorriso sincero. Sinto falta da família, sinto falta da Aninha. Sinto falta de amigos, muitos amigos, distantes, passados, de fora da rotina, cuja presença certamente tornaria meu dia mais agradável. Sinto falta do lugar onde nasci e sinto falta de Floripa quando estou longe.

Sinto falta da minha coleção de álbuns montados no Itunes do meu antigo trabalho, conquista de muitos dias e muitos gigas utilizados para criar o soundtrack perfeito. Nunca mais conseguirei montar aquela lista again. Nem o Grooveshark me consola.

Gostaria de ter de novo, aquela calça azul que deixava a minha bunda empinada, o livro sobre a Bomba de Hiroshima, e o par de brincos prateados que não encontrei mais por aí. Sinto a falta de ter Londres na saída da porta, de sonhar em inglês. Yes I used to dream in english.

Eu queria encontrar aquela promoção de novo no supermercado, e de voltar fazer yoga. Acostumei com a falta de poder conversar com certas pessoas, com a falta de beijos e abraços quando estou muito tempo sozinha. Mas é fácil que eu desacostume também. Pequenas faltas, grandes faltas. Algumas a gente atura mais fácil, outras não. Finge que não é importante, faz de conta que não faz tanta falta, mas faz. Falta grave.

isso é meu mundo #1

Publicado em Sem categoria por latrova em 20 20America/Sao_Paulo junho 20America/Sao_Paulo 2011

Eu não dou a mínima para unhas feitas
nem para o final da novela
Nem ligo quando a seleção perde
muito menos quando tem campeonato

Desligo a TV para BBBs,
programas dominicais
e receitas caseiras

Vivo numa bolha onde
apenas existe chá de romã
roqueinrou na caixa
e meu pensamento longe

Meu paraíso próprio
é carmim, cheira a Lírios
sempre a espera

isso era um pensamento sem número

Publicado em Sem categoria por latrova em 5 05America/Sao_Paulo dezembro 05America/Sao_Paulo 2010

E estou aqui de volta a situação padrão. Mais uma vez achei que as coisas poderiam ser um tiquinho diferentes, mas parece que o elástico, depois de esticado volta a afrouxar.

E voltam as lembranças, o passado, os questionamentos, aqueles de sempre, que me colocam uma responsabilidade que não se tem sobre a sua própria vida: a ocasião.

O que faz um momento específico acontecer? o tempo, a situação e um contexto. E muita sorte.

Eso fué una leyenda #1

Publicado em Sem categoria por latrova em 26 26America/Sao_Paulo julho 26America/Sao_Paulo 2010

Sí. Apareció como un D. Quijote. Caballero, gallante, garboso. Conquistó a todos así como Colombo conquistó a los indios. Todos o lo querian. Las chicas, por su sonrisa abierta y sus pellos peneados. Los señores por su palabra directa y gentil.

Pero había un misterio en su mirada. Algun contradicto en su caminar. La duda se quedava así que Él partia en su caballo blanco. Algunos lo llamaban de mago, otros de maricón.

Entonces Dios le puso adelante la gran dama Anna María Guadalupe de Guadalajara y Acapulco. La nobre chica, de piel morena y rullitos negros robó los más puros sentimentos del solitário varón. No he podrido resistir. Su corazón tiemblava así como tiemblan los terremotos más fuertes del Santiago del Chile. Un amor matador.

Lo que esperaba empezar una magnifica história de la romantica, salió como una telenovela mejicana. La vida secreta del caballero lo he prohibido de vivir su pasión. Tuve que en una noche fría del invierno, escapar por los caminos aridos del Desierto de los Pampas de Todos los Santos.

Sólo un billete quedó. Dejado delante el Solar de la magnanima senorita: “Te Quiero, Siempre”. Anna Guadalupe no creía no que le pasaba. Era tan duro ocorrido y no comprendía tal cobardia e tal bravo hombre.

En él poblado las novidades acerca de los misterios y la escapada del caballero no paravam de llegar. Lo descubriran un golpista, un pirata, un bandolero. Su secreto fuera descobierto. El nobre era en verdad un malicioso usurpador vino del Paraguay.

Todavía, mientras lo pueblo hablava de la mala índole del caballero. Un solitario hombre caminava con una bolsa de monedas, en su caballo blanco al lado. En su rostro apenas una lágrima.

isso era mais ou menos assim #1

Publicado em Sem categoria por latrova em 24 24America/Sao_Paulo junho 24America/Sao_Paulo 2010

Um pensamento dos tempos de outro blog, que eu gostava muito mas que não tenho o original
Era assim:

o amor não é como nos filmes
o mocinho não é tão bonito
o enredo não é tão amarrado
o final não é tão feliz

Deve ser por isso é que
a gente assiste filmes?

#Isso era uma vida

Publicado em Sem categoria por latrova em 13 13America/Sao_Paulo maio 13America/Sao_Paulo 2010

John Lennon disse que a vida é aquilo que acontece enquanto você está fazendo planos. (reproduzido por Ferris Buller brilhantemente no chuveiro)

Nos tempos corridos de hoje, penso que a vida é o que passa ao longe, enquanto você está tentando ajeitar as coisas. Zerar o banco de horas devidas no trabalho, pagar as contas, ir à todas as aulas da Ioga, comer direito, manter a o corpo bonito e saudável, regular o salário, limpar a casa, ticar cada item da listinha infindável de coisas para comprar e fazer.

Vejo a vida lá distante passando e me dando tchauzinho, enquanto eu estou pensando na agenda do dia , nas tarefas que tenho executar em 60 minutos do almoço. E no que vai restar pra fazer nas 3 horas que tenho antes de dormir e acordar para mais uma penca de tarefas.

Relaxar, não pode. O horário não deixa, a mente cobra o que falta fazer e o que falta fazer nunca acaba.

Bom, não querendo ser mal humorada, o que é faço e acenar para a vida e dizer, vai lá querida, divirta-se por mim!

Tanto.

Publicado em Sem categoria por latrova em 17 17America/Sao_Paulo março 17America/Sao_Paulo 2010

Tantas opiniões para saber. Tantos filmes para ver. bandas pra escutar, livros para ler. De que adianta, ja que o tempo apaga tudo?

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